sábado, 5 de maio de 2012

Empreendedorismo no Brasil

Brasil: o terceiro país que mais cria empresas no mundo Crescimento da Economia cria um ambiente desafiador e gera oportunidades para as grandes empresas Entre 2000 e 2010, o número de empresas no Brasil cresceu 47% e alcançou 6,2 milhões. Hoje, o país cria 316 mil novos negócios por ano, segundo o Banco Mundial e no ranking posiciona-se em terceiro lugar como o mais empreendedor, perdendo apenas para Estados Unidos e Reino Unido. A fase atual é denominada por especialistas como a era do empreendedorismo de massa, com um número crescente de empresas atuando dentro dos limites da legalidade. Segundo Ricardo Balistiero, coordenador do curso de Administração do Instituto Mauá de Tecnologia, o Brasil passa por um momento de estabilidade macroeconômica. “Após desequilíbrios como inflação e gargalos externos, o país ficou fechado e de 20 anos, apenas, para cá, abriu-se para o mundo, passando a ter acesso a artigos como computadores e carros importados”, acrescenta o economista. Após a abertura para o mercado internacional, houve melhora na participação em fóruns e debates mundiais, na imagem construída por manter a mesma política econômica há mais de 15 anos e por cumprir acordos financeiros. Eventos como Copa e Olimpíadas também são ocasiões de atração de novos investimentos e o empreendedor brasileiro consegue catalisar boa parte das transformações. Graças a essas mudanças, a taxa de sobrevida das empresas que ultrapassam dois anos de existência cresceu de 50% do começo da década, para 73% nos dias de hoje. Entretanto, apesar de o Brasil ocupar a 126ª posição no ranking do Banco Mundial que classifica o ambiente de negócios em 183 países, o quadro burocrático e fiscal é pouco favorável. “Temos como principal entrave um Governo paternalista. É mais vantajoso ter um capital rodando no mercado financeiro que abrir uma empresa de forma geral”, compara Balistiero. A carga tributaria brasileira é a maior do mundo, o que assusta investidores internacionais. Outro ponto negativo levantado pelo especialista está nas constantes revisões de acordos como foi o caso das novas regras no mercado automotivo entre Brasil e México, anunciadas recentemente. “O Brasil reviu as políticas macroeconômicas, o que alavancou muitos aspectos, mas as micro ficaram para trás. Além disso, as grandes obras de infraestrutura deixam a desejar, o que, com outros entraves, pode por fim a esse avanço”. O alto ritmo de crescimento da economia cria um ambiente desafiador e gera oportunidades para as grandes empresas. Todo este quadro acirra a competição e confere dinamismo ao mercado; cabe agora ao Estado equilibrar essas forças. Fonte: InfoMauá.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Productivity Future Vision (2011)

Feira do Estudante CIEE 2012

Prof° Wagner HortaemProf° Wagner Horta - Apenas um mês após abrir as inscrições gratuitas pelo www.ciee.org.br, a 15ª Feira doEstudante - Expo CIEE 2012 já conta com 50 mil estudantes cadastrados para participar do evento que ocorre de18 a 20 de maio, a partir das 10h, no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo/SP. Inscrevendo-se pela internet, o estudante agiliza sua entrada e evita filas. Após a inscrição pela web, é gerada uma credencial que deve ser impressa e apresentada na entrada da Feira.

Doutor FIES

Um projeto de lei proposto na Câmara dos Deputados, em análise pela Comissão de Educação, quer estender o uso dos recursos do FIES a pessoas que desejam fazer Mestrado ou Doutorado. Fonte: Revista Ensino Superior. Assim espero. Já que não há muitas oportunidades pela CAPES. Erick