sexta-feira, 18 de março de 2011

As Leis e as Instituições

Periodicamente são noticiadas algumas leis que causam grande impacto nacional e mudanças de comportamentos pessoais e profissionais.
Destaco três leis que foram aprovadas nos últimos três anos e que fizeram empresas e cidadãos a seguirem novas regras, afinal, as leis estão aí para serem cumpridas, correto?
1ª) Lei Seca: Criada em 2008, esta lei em resumo, proíbe motoristas de dirigirem após o consumo de bebida alcóolica. O ruim é que ainda vemos muitos acidentes causados por motoristas embriagados. No início da lei a fiscalização era rigorosa, hoje, nem parece que ela existe, pois sempre acontecem acidentes causados por condutores imprudentes (vejam as estatísticas do último Carnaval).Ou seja, muitos não levam essa lei a sério.
2ª) Lei Antifumo: Criada em 2009, esta lei proíbe o fumo em locais públicos, empresas, escolas. Vimos que em bares, restaurantes, boates, bancos, instituições de ensino, todos esses locais foram obrigados a publicar a placa de “proibido fumar neste local”.
A saúde dos fumantes estava em primeiro lugar, percebemos as mudanças pessoais e empresariais.
3ª) Lei do Cartão de Ponto: Criada em 2010, obrigou as empresas a implantarem novos relógios de marcação de ponto com impressão de comprovantes para todos os funcionários. Muitos empresários foram contra essa lei, mas não houve mudança e as instalações dos novos relógios nas empresas devem ser feitas até agosto de 2011.
Pois bem, esses foram alguns exemplos de como as empresas e nós, cidadãos, nos adaptamos ao que é proposto em lei. Agora eu me pergunto e quanto a Educação nas empresas?
Por que muitas organizações não se preocupam com a capacitação profissional e desenvolvimento de seus funcionários? Há lei para isso?
O que quero destacar com este texto é a importância da valorização da profissão de muitos colaboradores em diversas áreas de atuação. Como já publicado neste blog, as empresas precisam reter seus bons funcionários para não os perderem para a concorrência. Parece que não, mas o capital humano é a força maior de qualquer empresa. Existiriam empresas ou escolas sem funcionários?
Baseado no livro Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas: Editora FGV, 2005: Nas últimas décadas, após o surgimento de novas tecnologias e da globalização, apareceram diversas necessidades de desempenho profissional como: agilidade e transformação da aprendizagem em vantagem competitiva.
Atualmente nas empresas, não há mais exclusividades somente a produtos, é preciso olhar para quem está envolvido num lançamento de um produto, por exemplo. Ou seja, o ser humano. O profissional que desempenha sua função.
A sociedade também mudou e as pessoas querem mais segurança, status, auto-realização, diferenciação, lazer. Se há mudança de comportamento por parte das pessoas, as empresas precisam que seus funcionários também mudem, criem, inovem, pois os novos clientes estão mais exigentes e conhecem melhor os seus direitos.
É preciso mudar e as instituições sabem disso. Ou precisamos de uma nova Lei?

quinta-feira, 17 de março de 2011

Gol passa Tam em fevereiro e lidera doméstico

Gol passa Tam em fevereiro e lidera doméstico

Com o aumento da demanda por viagens aéreas e as novas estratégias de marketing da GOL fez com que a empresa chegasse a esse "empate" com a então líder TAM.

Vamos aguardar mais novidades deste setor que tende a crescer muito.

Erick

sexta-feira, 11 de março de 2011

GOL Linhas Aéreas de olho nas classes C e D

Gol abre quiosques de venda nos metrôs paulistanos

Muito interessante essa estratégia de marketing da GOL. Assim como a TAM, que abriu pontos de vendas em lojas da Casas Bahia. O foco é a Demanda Turística emergente.
Bom para o Turismo brasileiro, mas ainda não é tudo.

Erick

Erros da Língua Portuguesa - Fique atento!

Alguns erros da Língua Portuguesa
Dicas importantes para você não errar

1     “Ao meu ver”
Não existe artigo nessas expressões. O correto é: “A meu ver. A seu ver”.

2     Já “é” 8 horas.
Horas e as demais palavras que definem tempo variam. Assim, o correto é: “Já são 8 horas/Já é 1 hora”.

3     A menina “que ele gosta”.
Como se gosta de, o certo é: “A menina de que ele gosta”.

4     “Haja visto” seus esforços.
A expressão é “haja vista” e não varia: “ Haja vista seus esforços”.

5     O pai “sequer” foi avisado.
Sequer deve ser usado com negativa:” O pai nem sequer foi avisado”.

6     Comprou uma TV “a cores”
O correto é: “Comprou uma TV em cores”, não se diz TV “ a preto e branco?”.

7     Comeu lanche “ao invés de peixe”.
“Em vez de” indica substituição: “ Comeu lanche em vez de peixe”. Ao invés de significa apenas ao contrário: “Ao invés de sair, entrou”.


8     O fato passou “desapercebido”
Na verdade, “ o fato passou despercebido”, não foi notado. Desapercebido significa desprevenido.

9     Ficou contente “por causa que” o resultado foi positivo.
Embora comum, a locução não existe. Use “porque”: “Ficou contente porque o resultado foi positivo.

10  Seleção Brasileira empatou “em” 2 a 2
A preposição é por “Seleção Brasileira empatou por 2 a 2”. Repare que ele ganha por e perde por. Da mesma forma: empata por.

Pra encerrar, outra dica que não devemos cometer e que ouço diariamente.

11  A moça está “meia” chateada.
A palavra “meia” significa metade, correto?
Nós a usamos de outras formas, como medida. Exemplo: “Eu quero meia xícara de chá”.
Então o correto é dizer: “ A moça está meio chateada”. Que está no sentido de mais ou menos. Mesmo que seja no feminino. Ok?

Pensem nisso e boa sorte

Fonte: Jornal o Curioso – Fev/2011

As melhores Universidades do Mundo

É uma pena o Brasil estar fora do ranking das 100 melhores Universidades. Por quê será?
Talvez por alguns séculos, a Educação, como até hoje nunca foi prioridade, infelizmente. Mas acredito no crescimento deste setor.
Erick


Brasil fica fora do 'top 100' das universidades de maior reputação
Ranking foi feito a partir de pesquisa com 13 mil professores do mundo.
Universidade de Harvard, nos EUA, obteve nota máxima.
A Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, obteve a pontuação máxima no ranking das melhores universidades em reputação do mundo divulgado nesta quinta-feira (10/03) pela Times Higher Education (THE), instituição baseada em Londres. O ranking foi montado a partir de  uma pesquisa somente para convidados de mais de 13 mil professores de 131 países do mundo e reforça a posição dominante das instituições dos EUA e consagra boa reputação de universidades do Reino Unido e do Japão. O índice faz parte do ranking das melhores universidades do mundo divulgado pela THE em setembro do ano passado.
O Brasil não tem nenhuma instituição entre as 100 melhores. Rússia (Universidade Lomonosov de Moscou), China (universidades Tsinghua, Pequim e Hong Kong) e Cingapura e Hong Kong também aparece com instituições entre as 50 melhores do ranking. No grupo entre as posições 51º e 100º aparecem universidades de países emergentes como a Universidade de Seul, na Coreia do Sul; Universidade de Taiwan e o Instituto de Ciência da Índia.
Veja as 10 primeiras universidades no ranking  de melhor reputação
Posição
Instituição
País
Pontuação
1º)
Universidade de Harvard
EUA
100,0
2º)
Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT)
EUA
85,0
3º)
Universidade de Cambridge
Reino Unido
80,7
4º)
Universidade da Califórnia - Berkeley
EUA
74,7
5º)
Universidade de Stanford
EUA
71,5
6º)
Universidade de Oxford
Reino Unido
68,6
7º)
Universidade de Princeton
EUA
36,6
8º)
Universidade de Tóquio
Japão
33,2
9º)
Universidade de Yale
EUA
28,3
10º)
Insitituto da Tecnologia da Califórnia
EUA
23,5

A pesquisa pediu aos acadêmicos experientes para destacar o que eles acreditavam ser o mais forte das universidades para o ensino e a pesquisa em seus próprios campos. Harvard obteve 100 pontos. As outras cinco melhores classificadas foram Instituto de Tecnologia de Massachusetts; Universidade de Cambridge (Reino Unido); Universidade da Califórnia, em Berkeley; Universidade de Stanford University e Universidade de Oxford (Reino Unido).
Simon Pratt, gerente de projeto da pesquisa, disse que os dados "mostram uma diferença significativa no pé reputação dos seis primeiros, com uma queda no número de respostas abaixo desse nível".
Fonte Globo.com (veja ranking completo)

Sobram vagas em Instituições em São Paulo

Faculdades municipais de SP têm 56% de vagas ociosas
Segundo Censo da Educação Superior, 13 mil vagas estão em aberto.
Entidades criadas antes da Constituição podem cobrar mensalidade.
Excesso de cursos em cidades pequenas, mensalidades semelhantes às praticadas pela rede privada e qualidade duvidosa fazem com que as faculdades públicas mantidas por municípios no Estado de São Paulo tenham dificuldade para preencher as vagas. Segundo o último Censo da Educação Superior, 56,7% das vagas oferecidas em 2009 não foram preenchidas, o equivalente a 13 mil. A taxa vem crescendo desde 2004, quando sobravam 6 mil.
Muitas dessas autarquias - entidades que recebem verbas do município, mas têm autonomia de gestão - oferecem mais de mil novas vagas por ano em cidades com população entre 30 mil e 100 mil habitantes. Dependem de credenciamento no Conselho Estadual de Educação, porém atuam sem interferência do Ministério da Educação (MEC).
Dessa forma, não são obrigadas a seguir as normas federais ou passar por avaliações como o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). Diferentemente das instituições federais e estaduais paulistas, não gozam, em sua maioria, de boa reputação. E, apesar de serem públicas, as faculdades municipais criadas antes da Constituição podem cobrar mensalidades.
Os responsáveis pelas entidades creditam à concorrência crescente com a rede particular a queda de interesse pelas faculdades municipais. Em São Manuel, município com 35 mil habitantes, das 320 vagas oferecidas pelo Instituto Municipal de Ensino Superior (Imes) no ano passado, apenas 74 foram preenchidas. "O que causou isso foi a expansão da oferta de ensino superior. Hoje, São Manuel tem três faculdades. O Imes existe desde 1982, e a sobra de vagas começou no fim dos anos 90, com o início da expansão do ensino superior privado", afirma o diretor acadêmico Marcelo Augusto Totti.
O diretor executivo do Sindicato das Entidades de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo (Semesp), Rodrigo Capelato, concorda. "A expansão desse mercado, com grandes universidades oferecendo mensalidades e opções mais atraentes, trouxe dificuldades para as fundações municipais."
Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo (março 2011)