quarta-feira, 23 de março de 2011

Cuidados no Ambiente de Trabalho

Como está o seu comportamento no ambiente de trabalho?
Ter cuidado é sempre bom. Vejam reportagem abaixo.
Erick

Mau comportamento causa mais demissão do que os erros cometidos.

Empresas preferem trabalhar com quem sabe se relacionar do que com gênios problemáticos. Confira quais situações devem ser evitadas.

Quem nunca teve um colega de trabalho que fazia piadinhas o tempo todo ou arranjava confusão à toa? Os problemas de comportamento causam mais demissão do que os erros cometidos no emprego. Preparamos uma lista das situações que devem ser evitadas no seu ambiente de trabalho.

Você conhece algum colega que te incomodou ou te incomoda? “O ideal nesse caso é que a chefia chame a atenção”, diz a consultora em RH Meiry Kamia.
Brincadeiras fora de hora prejudicam o ambiente de trabalho, assim como discussões , explosões de raiva, intrigas e fofocas.

“Às vezes você está se concentrando e a pessoa está falando mal de um vizinho, um problema que teve em casa. Você querendo ou não,  como uma boa amiga, para pra escutar. Isso também acaba dando um problema maior”, conta Cláudia Souza, gerente de RH.
“A empresa contrata o funcionário pagando aquele período pra ele produzir pra empresa e não pra ele resolver seus problemas pessoais”, diz Meiry Kamia .

Tem os comportamentos que prejudicam o desempenho no dia-a-dia: faltas, atrasos, conversas pessoais, uso abusivo da internet e do telefone.
Se algum amigo incomoda e liga toda hora, querendo conversar na hora do expediente, a dica é: “diz para o amigo que está trabalhando e que está em um projeto muito importante, não pode atender agora e, na hora do intervalo ou na hora do almoço, retorna a ligação”, sugere a consultora.

Na conversa que a consultora teve com os funcionários, nenhum deles admitiu que tivesse problemas de comportamento. Pelo contrário. O problema é com os coleguinhas. Aí é que está a questão. Um funcionário que tem mal comportamento também não sabe disso, ele acha que é normal. Aí que entra a empresa. Cabe a ela alertar esse funcionário.

Um mau comportamento pode acabar desestimulando outros trabalhadores. “Ela pode influenciar a pessoa. Fala eu estou dando tudo aqui, eu estou sendo uma pessoa comprometida e estou sendo tão valorizada quanto quem não é comprometido? Isso é muito ruim”, comenta a diretora de marketing Silvânia Sleiman.

Se você sentiu que tudo isso foi um recado pra você, então comece a mudar agora. As empresas preferem trabalhar com funcionários que sabem se relacionar do que com gênios problemáticos.

“Normalmente somos contratados pelas competências técnicas, que é tudo aquilo que listamos no currículo, mas somos demitidos pelo falta de competência comportamental. Quem realmente consegue crescer numa organização é porque, conscientemente ou não, acaba investindo nisso”, conclui Meiry Kamia.
Mais detalhes sobre este assunto assistam ao vídeo através do link abaixo.

Fonte: g1.com

Dados da Educação no Brasil

Não somos estrelas em Educação.
Apesar de estarem na escola, as crianças brasileiras não aprendem tudo o que deveriam. Vejam estes dados chocantes:
·         A nota média do país é de 4,2 no ensino fundamental 1 (1ª a 5ª série) e 3,8 no ensino fundamental 2 (6ª a 9ª). Os dados são do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que atribui nota de 0 a 10 às escolas;

·          Segundo o Pisa 2006, o programa de avaliação de sistemas educativos mais difundido no mundo, o Brasil está em 54º lugar em Matemática (entre 57 países) e em 49º lugar em Leitura (entre 56 países);

·         39,5% dos jovens brasileiros de 16 anos não terminaram o ensino fundamental (Fonte: PNAD/IBGE 2007);

·         Apenas 9,8% dos alunos do 3º ano do ensino médio sabem o conteúdo esperado de Matemática e 24,5% o de Língua Portuguesa (Fonte: Todos pela Educação Saeb 2007;

·         55,1% dos jovens brasileiros de 19 anos não conseguiram concluir o Ensino Médio (Fonte: Pnad/ IBGE 2007);

·         74% da população brasileira não consegue entender um texto simples (Fonte: Inaf)

·         42,6% dos alunos da 3ª série (Ensino Médio) estão acima da idade adequada.

Fonte: www.educarparacrescer.com.br e Revista Contigo

sexta-feira, 18 de março de 2011

A Geração Y no Ensino Superior e no Mercado de Trabalho

“Somos os filhos da revolução, somos burgueses sem religião. Somos o futuro da Nação. Geração Coca-Cola”. Renato Russo.

Sim, somos da geração dos produtos industrializados, da revolução tecnológica e claro, da internet. Em 1984, quando a banda Legião Urbana lançou a música “Geração Coca-Cola”, muitas mudanças estariam por vir. O futuro da Nação chegou e muitos professores e especialistas em educação e carreiras se questionam. Como lidar com os jovens da era digital?
A famosa Geração Y, que muito se tem falado, são as pessoas nascidas entre 1978 e meados de 1990. Essa geração viveu em uma sociedade que mais valorizava a infância e com pensamentos bem diferentes de gerações anteriores. Segundo especialistas em gestão de carreiras, esse público teve um comportamento “mimado” e eram mais protegidos pelos pais.
Estamos no momento em que essa “massa” de jovens está entrando no mercado de trabalho e nas universidades. As gerações anteriores a essa, agora precisam aprender a lidar com eles e é por isso que a Geração Y é tão comentada.
Será que as Universidades estão preparadas para receber e atender bem esse público?
Vivemos no mundo contemporâneo que passa por transições vindas da revolução tecnológica e por esse e outros motivos, devemos saber lidar com as diferenças.
E para que as Instituições de Ensino Superior possam prestar um serviço melhor à Geração Y é preciso ter atitudes. De acordo com uma especialista em RH é preciso:
Em primeiro lugar, aconselho aos líderes que criem rotinas de feedback regulares, preferencialmente mensais e que deixem claro de forma objetiva e direta limites e o que é esperado de cada um. Também é importante investir em canais de comunicação interna.
Comunique-se rapidamente e de forma sintética (foi assim que essa geração aprendeu). Também é importante criar sistemas de carreira e aumentos salariais com visitações constantes e investir em programas de reconhecimento, treinamento e desenvolvimento.
Outro ponto importante também paras as Instituições de Ensino e empresas é preparar as outras gerações “Baby Boomers” (nascidos entre 1946 e 1964) e a Geração X (nascidos entre 1965 e 1977) para lidar melhor com a Geração Y. Da seguinte forma:
Criar programas de qualidade de vida e oferecer a possibilidade de Home Office (trabalho em casa), pelo menos uma vez por semana. Programas de happy hour e atividades que estimulem o convívio entre colegas de trabalho também são positivos quando o assunto é lidar com a Geração Y.

E não paramos por aí, a Geração Y é a bola da vez no mercado de trabalho e muitas empresas se preparam e já analisam o que vem pela frente. É uma outra Geração que já está sendo falada, a Z. Formada por pessoas nascidas na metade da década de 1990 e que vivem conectadas, são amigos do www, notebooks, smartphones, mp3. Essa seria a geração sucessora à Y.
Há desafios pela frente e as Instituições de Ensino Superior devem estar preparadas para isso. Afinal, é a partir da formação profissional que muitos jovens seguirão para o mercado de trabalho tão dinâmico como hoje.
Segundo o Ministério da Educação, há previsão de que o número de jovens matriculados no Ensino Superior aumente significativamente nos próximos anos. Passando de 5,6 milhões para 12 milhões. E as Universidades precisam ter um corpo docente muito bem preparado, além de corpo técnico administrativo muito bem capacitado para lidar, atender, formar, entender e crescer com as novas gerações.
Pensem nisso e boa sorte!

As Leis e as Instituições

Periodicamente são noticiadas algumas leis que causam grande impacto nacional e mudanças de comportamentos pessoais e profissionais.
Destaco três leis que foram aprovadas nos últimos três anos e que fizeram empresas e cidadãos a seguirem novas regras, afinal, as leis estão aí para serem cumpridas, correto?
1ª) Lei Seca: Criada em 2008, esta lei em resumo, proíbe motoristas de dirigirem após o consumo de bebida alcóolica. O ruim é que ainda vemos muitos acidentes causados por motoristas embriagados. No início da lei a fiscalização era rigorosa, hoje, nem parece que ela existe, pois sempre acontecem acidentes causados por condutores imprudentes (vejam as estatísticas do último Carnaval).Ou seja, muitos não levam essa lei a sério.
2ª) Lei Antifumo: Criada em 2009, esta lei proíbe o fumo em locais públicos, empresas, escolas. Vimos que em bares, restaurantes, boates, bancos, instituições de ensino, todos esses locais foram obrigados a publicar a placa de “proibido fumar neste local”.
A saúde dos fumantes estava em primeiro lugar, percebemos as mudanças pessoais e empresariais.
3ª) Lei do Cartão de Ponto: Criada em 2010, obrigou as empresas a implantarem novos relógios de marcação de ponto com impressão de comprovantes para todos os funcionários. Muitos empresários foram contra essa lei, mas não houve mudança e as instalações dos novos relógios nas empresas devem ser feitas até agosto de 2011.
Pois bem, esses foram alguns exemplos de como as empresas e nós, cidadãos, nos adaptamos ao que é proposto em lei. Agora eu me pergunto e quanto a Educação nas empresas?
Por que muitas organizações não se preocupam com a capacitação profissional e desenvolvimento de seus funcionários? Há lei para isso?
O que quero destacar com este texto é a importância da valorização da profissão de muitos colaboradores em diversas áreas de atuação. Como já publicado neste blog, as empresas precisam reter seus bons funcionários para não os perderem para a concorrência. Parece que não, mas o capital humano é a força maior de qualquer empresa. Existiriam empresas ou escolas sem funcionários?
Baseado no livro Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas: Editora FGV, 2005: Nas últimas décadas, após o surgimento de novas tecnologias e da globalização, apareceram diversas necessidades de desempenho profissional como: agilidade e transformação da aprendizagem em vantagem competitiva.
Atualmente nas empresas, não há mais exclusividades somente a produtos, é preciso olhar para quem está envolvido num lançamento de um produto, por exemplo. Ou seja, o ser humano. O profissional que desempenha sua função.
A sociedade também mudou e as pessoas querem mais segurança, status, auto-realização, diferenciação, lazer. Se há mudança de comportamento por parte das pessoas, as empresas precisam que seus funcionários também mudem, criem, inovem, pois os novos clientes estão mais exigentes e conhecem melhor os seus direitos.
É preciso mudar e as instituições sabem disso. Ou precisamos de uma nova Lei?

quinta-feira, 17 de março de 2011

Gol passa Tam em fevereiro e lidera doméstico

Gol passa Tam em fevereiro e lidera doméstico

Com o aumento da demanda por viagens aéreas e as novas estratégias de marketing da GOL fez com que a empresa chegasse a esse "empate" com a então líder TAM.

Vamos aguardar mais novidades deste setor que tende a crescer muito.

Erick