Boa sorte!
Erick
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quinta-feira, 10 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Benefícios aos Funcionários
Baseado na postagem feita na semana passada sobre como as empresas retém talentos, há também outros fatores importantes no ambiente empresarial: os benefícios.
Sim, eles são muito importantes no momento em que um profissional pensa em mudar de emprego. Além da mudança de área, aumento salarial e oportunidades de crescimento dentro da empresa, muitas pessoas dão valor significativo aos benefícios que terão em tal empresa, de qualquer ramo. Por exemplo, algumas empresas aéreas oferecem passagens para vários destinos para seus funcionários e familiares. Outro exemplo também é de empresas que não querem perder bons profissionais para a concorrência e oferecem a eles carros particulares como forma de reconhecimento de seu trabalho. Sendo assim, o profissional se sente mais valorizado e permanece na empresa por mais tempo. Sabiam disso?
Leia mais sobre esse assunto na reportagem abaixo que foi publicada no Jornal Diário do Grande ABC em 28/02/2011.
Erick
Empresas ampliam gama de benefício ao funcionário
Carro, celular, laptop, previdência privada, auxílio educação e academia. Esses são alguns dos mimos oferecidos a colaboradores pelas empresas.
Conhecidos como salários indiretos, os benefícios têm papel fundamental na decisão dos funcionários de escolher propostas de trabalho. "Em geral, o profissional migra de uma empresa para outra visando os benefícios que lhe serão concedidos, mesmo que o salário seja um pouco inferior", detalha a consultora de recrutamento e seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marion Caruso.
Ela explica que os colaboradores se sentem mais valorizados e seguros quando têm uma gama de benefícios. "A pessoa fica mais motivada e acaba construindo sua carreira na empresa. Oferecer bons serviços aos funcionários é uma forma de reter talentos."
Entre os benefícios básicos estão as assistências médica e odontológica, vale-refeição e custeio do transporte. Outras empresas vão além e disponibilizam academias (próprias ou convênios); auxílio-creche; auxílio complementar de saúde (nutrição, fisioterapia, psicologia - nem sempre cobertos pelos planos oferecidos); possibilidade de compra de ações da própria empresa; facilidade para empréstimos; transporte fretado; previdência privada; e cursos.
Não é difícil profissionais com cargos gerenciais ter acesso a celular 24 horas, laptop próprio e carro empresarial", completa Aline Medina Finholdt, coordenadora de operações da Gelre, empresa voltada a consultoria de recursos humanos.
Sem falar nas salas de massagem, aéreas arborizadas para convivência e exercícios laborais no meio do expediente - com objetivo de melhorar a qualidade de vida e, consequentemente, a saúde dos colaboradores.
Além destes mimos, grandes companhias - visando o bom desempenho do funcionário - realiza premiações trimestrais, semestrais e anuais. "Nesses casos os colaboradores recebem junto com o salário mensal quantia extra pela meta alcançada. Tem incentivo melhor?", brinca Aline.
TENDÊNCIA
Atualmente, cerca de 4% do total das companhias brasileiras, de olho na tendência mundial, oferece aos novos colaboradores uma espécie de cardápio de benefícios, que são escolhidos pelos contratados. "Vamos supor que a pessoa ocupará o cargo de gerência, ele vai ter a opção montar seu pacote de auxílios. É uma forma de personalizar a contratação daquele profissional, que por outro lado, se sentirá muito valorizado", esclarece a consultora Marion Caruso
Fonte: Diário do Grande ABC.
Procure gostar do que faz
Procure gostar do que faz
Tenho visto, com certa preocupação, pessoas que se sentem desiludidas com o trabalho, achando-se injustiçadas e desmotivadas e tendo uma atitude de produzir cada vez menos, dedicar-se cada vez menos, e poupar-se cada vez mais. Isso tem criado um circulo vicioso muito ameaçador, porque, quanto menos essas pessoas se dedicam e se comprometem, mas ficam à mercê de serem demitidas ou substituídas.
É preciso repensar o trabalho, pois ele não é castigo. Trabalhando, passamos em média oito das melhores horas de cada dia e 35 dos melhores anos de nossa vida, no mínimo. Temos de transformar as horas de trabalho, em horas de crescimento, desenvolvimento, satisfação e alegria. Uma atitude negativa em relação ao trabalho é a própria morte em vida.
Há pessoas que têm a ilusão de que devem fazer só o que gostam. Isso, perdoem-me, não existe. É preciso gostar do que se faz. Essa ideia ingênua de fazer só o que se gosta é sonhadora e irreal. Temos de fazer tudo o que pudermos, com nossa inteligência e vontade, para gostar do que fazemos. Muitas vezes, isso significa transformar o limão em limonada, como se diz popularmente. Na ideia ingênua de fazer só o que gosta, as pessoas ficam eternamente buscando algo que lhes dê ânimo, alegria, satisfação e, é claro, jamais encontram, pois nunca se dedicam a gostar do que fazem, transformando o afazer naquilo que lhes dá prazer, satisfação, crescimento, orgulho.
Ficar brigando com o trabalho o tempo todo é uma atitude insana que só trará crescentes desilusões.
Repense suas relações pessoais com o seu trabalho. Será que você não está procurando o impossível? Será que a solução não seria dedicar-se mais, comprometer-se mais, procurando gostar do que faz em vez de viver atrás do sonho de só fazer o que gosta?
Pense nisso. Sucesso!
Texto extraído do livro: Superdicas para ser um profissional vencedor. Autor Luiz Marins. Editora Saraiva
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Ministério do Turismo - Famílias brasileiras pretendem viajar mais nos próximos meses
Fico feliz com essa notícia. Vamos viajar brasileiros. Parabéns!
Este é o tema da minha próxima pesquisa.
Erick
Ministério do Turismo - Famílias brasileiras pretendem viajar mais nos próximos meses
Este é o tema da minha próxima pesquisa.
Erick
Ministério do Turismo - Famílias brasileiras pretendem viajar mais nos próximos meses
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Turismo cresce e impulsiona demanda por qualificação em hotelaria
Turismo cresce e impulsiona demanda por qualificação em hotelaria: "Os grandes eventos a serem sediados no Brasil nos próximos anos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, são fatores predominantes para a expansão do mercado hoteleiro brasileiro, seja com a construção de novas instalações, seja por meio da profissionalização da mão de obra."
Qualificação Profissional: Gestores, RH e Colaboradores. Quem começa?
Sempre leio nos jornais e portais da internet assuntos relacionados à falta de profissionais qualificados para preencherem milhares de vagas de emprego em diversos setores e em várias cidades do Brasil. Um exemplo é o setor de alimentação que está com um déficit de 15 mil vagas de trabalho na região do ABC. E saibam que o setor de restaurantes e similares é um dos mais importantes quando falamos em turismo, que não é o forte de nossa região. O problema disso tudo, claro, é a falta de qualificação e baixos salários que não atraem demanda para esse tipo de emprego, infelizmente.
Por falar em qualificação profissional, no meio corporativo também é muito difícil para muitas empresas, encontrar e reter talentos. Segundo resultado de uma pesquisa publicada no Jornal Diário do Grande ABC em 21/02/2011, aponta que “64% dos empregadores encontram dificuldades para preencher uma vaga”. E o que isso significa?
Falta de investimento em educação!
Se uma empresa precisa ter bons profissionais, porque não os qualificam? Será que o profissional que vem de fora é sempre o melhor?
Sempre defendo o seguinte tema: Educação Corporativa (cursos livres, de qualificação, de graduação, pós-graduação que qualquer empresa pode oferecer a seus funcionários com seus próprios recursos ou em parceira com outras instituições).
O problema não está somente em contratar pessoas qualificadas para preencher vagas o que é importante também é reter bons funcionários. E isso é papel dos gestores e RH (Recursos Humanos) das empresas. Ou será que eles preferem perder pessoas qualificadas para a concorrência?
Não adianta ter bons salários e diversos benefícios para que esses profissionais permaneçam na empresa. É significativo também termos qualidade de vida e progresso profissional.
E por falar em Educação Corporativa, cabe às equipes de RH desenvolverem um ambiente profissional de qualidade e estimulante aos seus colaboradores, além de oportunidades de crescimento na carreira. Com certeza esse conjunto de investimentos são bem vistos pelos funcionários e os deixam mais envolvidos com a empresa onde trabalham. (vejam a reportagem sobre a valorização dos profissionais da construção civil exibida no Jornal da Record no dia 22/02/2011 – R7.com).
De acordo com consultor da área: “ A concorrência está cada vez mais acirrada e são poucos os profissionais que se destacam nesse cenário competitivo. Portanto, as empresas devem cultivar seus talentos. Já que são o futuro de todo negócio”.
Tais projetos que cabem ao RH de qualquer empresa, se aplicam também nas Instituições de Ensino, se elas estão inseridas no setor educacional, deveriam criar meios de qualificar constantemente seus funcionários, afinal, as escolas têm professores e os colaboradores podem facilmente virarem alunos. É possível aprenderem coisas novas, se relacionar melhor com o outro, atender bem os seus clientes/alunos e claro, fortalecer a sua vida profissional.
Pensem nisso!
Erick.
Fonte: Diário do Grande ABC
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
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